Marcelo cobra da Prefeitura ações para evitar enchentes e alagamentos no município

As fortes chuvas dos últimos dias vêm deixando moradores de várias localidades de Santo Antônio da Patrulha preocupados com a possibilidade de novos alagamentos.

Durante a 22ª Reunião Ordinária da Câmara de Vereadores desta segunda-feira, dia 13, diversos vereadores discursaram em plenário para lamentar o drama dos patrulhenses que, mais uma vez, sofreram com alagamentos no município e tiveram ainda mais prejuízos em decorrência das fortes chuvas. O Poder Legislativo vê com receio a chegada do inverno, um período de chuvas fortes, que exigem medidas imediatas dos órgãos competentes.

Marcelo Gaúcho destacou falhas do Poder Executivo e a falta de responsabilidade. Desde o inicio do mandato ocorreram várias reuniões com o Prefeito, Secretário de Obras e diretores, mas até o momento a população continua sofrendo do mesmo jeito. Na sede, as localidades Passo da Figueira e Madre Tereza, em dias de chuva forte, em segundos, os moradores perdem tudo. Investem na compra de novos móveis, eletrodomésticos, utensílios e continuam sofrendo do mesmo jeito tendo sucessivos prejuízos com os alagamentos.

“E agora vamos lamentar? Precisamos de mais ações efetivas e menos discursos”, disse Gaúcho.

Dentre os pedidos de providências desta semana, Gaúcho solicitou a manutenção e o levantamento do leito das estradas do interior que ligam as localidades de Chicolomã, Vila Palmeira, Catanduvinha, Roça Grande e Costa da Miraguaia, a fim de escoar e evitar os alagamentos que ocorrem neste período. Patrolamento e ensaibramento das estradas de diversas localidades também entraram em pauta.

“O problema tem solução, em primeiro, vontade e em segundo um trabalho sério. Chega de enrolar os vereadores e a comunidade com falas de que vamos fazer ou que está no cronograma, pois o Poder Executivo deve estabelecer critérios. Efetivamente nada está acontecendo, o limite e a paciência da população estão se esgotando e por falta de alerta e aviso não foi. Infelizmente, mais uma vez, quem paga o preço com esses alagamentos é a população”, finaliza Gaúcho.